Show me secret sins
Love can be like bondage
SEDUCE ME ONCE AGAIN
(...)

Quando não te consigo tirar da cabeça,
quando isso vai contra a razão,
quando fugir só me leva a ti,
mas não me trás o teu abraço,
tudo o que poderia ser bom,
torna-se insustentável,
e o insustentável torna-se ódio,
e o ódio mata-me,
porque o ódio que sinto por ti,
não é o ódio que se sente por alguém.
*um outro lado do ódio

Sou a menina e a mulher. . .
Tenho dúvidas, incertezas. Procuro dia após dia, descobrir quem realmente sou. Amo a minha vida. Sei exactamente o que quero e quando quero mesmo parecendo que não. Mando em mim mesma e tenho a mania que sei sempre tudo.
Quero ser menina e quero ser mulher...
Sou menina quando é a hora de me deitar e estou sozinha, fica escuro e a única coisa que me faz falta são os mimos dos papás. Sou menina quando penso no conto de fadas. Sou menina quando a minha timidez vem à superfície. Ou entao sou também menina quando quero voltar aos Natais rodeada de barbies e shelys com aquela magia e inocência.
SOu mulher quando precisam de mim, da minha palavra, de um sorriso ou até mesmo de um raspanete com cara de má. Amo fazer-me de responsável. Ser aquela pessoa certa na hora certa. Sou mulher quando opto por dizer "não" a respostas fáceis. Sou mulher quando vou viver para fora do país sozinha. Sou também mulher quando faço alguma asneira e percebo que já não basta ligar ao papá para ficar tudo resolvido.
Sou menininha quando choro,
Sou mulher quando beijo,
Sou menina quando caio mas torno-me mulher quando me levanto,
Sou menina e mulher quando sorrio.
É difícil crescer, é difícil perceber quando acaba a menina e começa a mulher. Eu não o pretendo saber. Adoro este meio termo. Não quero sequer imaginar algum dia ser apenas mulher.
Amo ter os mimos dos papás e poder chorar com baba e ranho, sem vergonha, abraçada a alguém. No entanto, amo sair de casa poderosa e mostrar a toda a gente a mulher que há em mim. Ninguém manda em mim, muito menos é dono do meu espaço.
SOU FELIZ ASSIM!
Mesmo que a noite esteja escura,
Ou por isso,
Quero acender a minha estrela.
Mesmo que o mar esteja morto,
Ou por isso,
Quero erguer a minha vela.
Mesmo que nao pare de chuver,
Ou por isso,
Vou sair à rua e gritar por ti.
Mesmo que estejamos longe,
Ou por isso,
Continuarás a ser o meu amparo.
Mesmo que a vida esteja nua,
Ou por isso,
Quero vestir-lhe o meu poema.
Só porque tu existes,
Tudo vale a pena!
"Me molas, madre!" 12.09